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Hoje, a biometria tem aplicações na identificação criminal, controle de ponto e controle de acesso. Os chamados sistemas biométricos baseiam seu funcionamento em características únicas de cada ser humano. A premissa em que se fundamentam é a de que cada indivíduo é único e possui características físicas e comportamentais (a voz, a maneira de andar, etc.) distintas.

Há soluções no mercado que realizam a identificação pela veias das mãos, impressão digital, reconhecimento da face, identificação pela íris, reconhecimento pela retina, reconhecimento de voz, geometria da mão, reconhecimento da assinatura e outras. Entre as tecnologias futuras estão a avaliação de odores e salinidade do corpo humano, padrões das veias por imagens térmicas do rosto ou punho e análise de DNA.

Funcionamento - A tecnologia biométrica identifica o usuário buscando no bando de dados informações iguais às dele. Seus dados são comparados aos de outras pessoas até que se encontre o correto. Essa alternativa é usada em sistemas de identificação civil ou criminal.

A autenticação biométrica é realizada em duas fases. O usuário cadastra seus dados, e a característica a ser usada como senha de identificação é registrada. O sistema seleciona alguns pontos (como distância entre os olhos e o nariz, ou o tamanho das linhas da impressão digital) e transforma esses dados, através de um algoritmo de criptografia, em uma chave.

Na segunda fase, o usuário acessa o sistema. Suas características são captadas e o software transforma, de novo, a característica apresentada em uma nova chave, checando se esta é igual a que está cadastrada. "A biometria veio para ficar", acredita Jean Daniel Zuker, diretor técnico da ADT Advanced Technologies. "Além da rapidez e precisão, é uma tecnologia avançada que deverá substituir, no futuro, todas as outras".